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Reforma Tributária e aluguel: como pagar menos com holding

Condomínio residencial moderno com prédios de apartamentos, ilustrando imóveis de aluguel e holding patrimonial

Durante décadas, quem vivia de aluguel só se preocupava com uma coisa: o Imposto de Renda. Com a Reforma Tributária, isso mudou — e, para alguns proprietários, o impacto começa já em 2027.

Este conteúdo é para você se…

  • Você tem mais de 3 imóveis alugados;
  • Recebe mais de R$ 240 mil por ano de aluguel;
  • Ainda declara tudo como pessoa física.

Marcou os três? Os próximos minutos podem valer alguns milhares de reais por ano.

O que mudou (e ninguém avisou)

Com a Reforma, o aluguel passou a ser alcançado também pelos novos IBS e CBS — os impostos que substituem PIS, Cofins, ISS e ICMS. E a lei criou um gatilho automático: quem tem mais de 3 imóveis alugados e recebe mais de R$ 240 mil por ano passa a ser tratado, na prática, como uma empresa.

Traduzindo: você vira contribuinte desses novos impostos sem assinar nada. A partir de 2027, além do IR, entra o IBS/CBS sobre os seus aluguéis — e surgem obrigações que antes eram só de empresa, como inscrição em CNPJ e emissão de nota fiscal a cada aluguel.

Quanto isso pesa

Quando a Reforma estiver plenamente em vigor, esse perfil pode entregar perto de 36% do aluguel em impostos, somando o Imposto de Renda (até 27,5%) e o novo IBS/CBS. Mais de um terço do que você recebe — todo ano.

A boa notícia: existe um caminho legal

Chama-se holding patrimonial. Na prática, é uma empresa criada para ser dona e administradora dos seus imóveis. Em vez de os aluguéis caírem na sua pessoa física, eles passam pela empresa — que é tributada de forma bem mais leve.

Hoje, como pessoa física: até cerca de 36% do aluguel em impostos.

Com uma holding bem estruturada: em torno de 19%.

A diferença fica no seu bolso.

Sobre R$ 300 mil de aluguel por ano, isso pode representar mais de R$ 45 mil de economia anual. E a mesma estrutura ainda organiza a sua sucessão, protegendo o seu legado.

Por que agir agora: a janela de 2027–2028

Há um detalhe que poucos perceberam: nesses dois anos, a carga da holding fica ainda menor do que será depois, por causa da forma escalonada como a Reforma substitui os tributos antigos. É uma janela rara. Quem organiza a estrutura antes aproveita o desconto de largada — quem deixa para depois, perde.

O que não vamos prometer

Seremos diretos, porque é assim que trabalhamos. A holding não é mágica e não serve para todos os casos. Ela tem custo de estruturação e manutenção e, em alguns cenários, simplesmente não compensa. A diferença é que a gente faz essa conta antes — e diz com clareza se, no seu caso, vale a pena ou não.

Quer saber se compensa para você?

Cada patrimônio é diferente, e a resposta certa depende dos seus números. Podemos analisar o seu cenário e mostrar, na ponta do lápis, se a holding faz sentido para o seu caso.

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Unindo estratégia e humanidade para proteger legados.

Conteúdo meramente informativo. Não constitui consulta ou parecer jurídico. Os valores e percentuais são aproximados e dependem da regulamentação da Reforma Tributária e das alíquotas de referência, ainda em calibração (posição: julho/2026). Cada situação exige análise individual.

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